quarta-feira, 5 de novembro de 2014

tenho que tentar

O texto dissertativo-argumentativo - modelo ENEM



Vou deixar, aqui, mais uma pequena dica sobre uma possível estrutura básica (bem simples e pouco criativa) do texto dissertativo-argumentativo – modelo ENEM. Talvez essa dica ajude àqueles que estão com dificuldades para desenvolver um texto de maneira mais clara e objetiva.

Vale ressaltar que não se trata de uma regra a ser seguida, mas apenas de uma dica que pode ser totalmente ou em partes aproveitada.



 PRIMEIRO PASSO: entenda bem o tema da redação.

  • Faça perguntas relacionadas ao assunto.
  • Faça um “brainstorming”, mas sozinho: coloque seu conhecimento de mundo em ação. 

  • Pense no problema relacionado a esse tema: toda proposta de redação do ENEM terá um problema que precisa ser solucionado. Pense nesse problema, em suas causas e em sua solução. 
    • É interessante responder a perguntas como:
    >> Qual é o problema?
    >> Por que é um problema?
    >> Quais as causas desse problema?
    >> Qual a solução para esse problema?
    >> Por que essa solução deveria ser colocada em prática?
    >> Como essa solução resolveria o problema?

    Vamos usar como exemplo uma redação sobre o seguinte tema:
    MOBILIDADE URBANA



     >>> Comece fazendo perguntas: 

    • O que é mobilidade urbana? 
    • Quando se pensa em mobilidade urbana no Brasil, quais problemas podem ser apontados?
    • Quais as causas desses problemas? 
    • Como fazer para resolver esses problemas?
    • Como essa solução resolveria os problemas?

    É nesse momento que se faz o “brainstorming”
     

    >> O que é mobilidade urbana?
    Vou colocar alguns tópicos que me ajudarão a formar a ideia completa:
    • Infraestrutura das cidades 
    • Meios de transporte
    • Transporte coletivo
    • Deslocamento de pessoas

    >> Quando se pensa em mobilidade urbana no Brasil, quais problemas podem ser apontados?
    A questão da mobilidade urbana no Brasil é um problema. Por quê?
    Em tópicos:
    • Excesso de veículos
    • Congestionamentos
    • Transporte coletivo precário
    • Atrasos
    • Estresse
    • Poluição
    • Acidentes

    >> Quais as causas desse problema?

    Novamente vou colocar alguns tópicos:
    • Falta de planejamento urbano
    • Pouco espaço/incentivo para transporte alternativo, como bicicletas.
    • Pouco investimento em transporte coletivo eficaz.

    >> Como fazer para resolver esse problema?

    Vou listar algumas possibilidades:
    • Investimento em infraestrutura: reestruturação das vias públicas, construção/ampliação de ciclovias.
    • Incentivo ao transporte alternativo, como bicicletas.
    • Investimento em transporte coletivo mais eficaz.

    >> Como essa solução resolveria o problema?

    Transporte coletivo eficaz faz com que o indivíduo possa deixar o carro em casa para se deslocar pela cidade.

    Se houver condições estruturais e segurança para o uso de bicicletas, por exemplo, o incentivo a esse meio de transporte alternativo poderá surtir algum efeito. 


    OBSERVAÇÃO: Quanto mais criativa a solução, maiores as chances de a redação ser bem avaliada. Dessa forma, é importante pensar em uma proposta inovadora, que não seja óbvia demais. Esse é o desafio!



    SEGUNDO PASSO: vamos construir a redação:


    INTRODUÇÃO: (primeiro parágrafo da redação)


    • A introdução deve ter o seguinte:
                 >> Apresentação do tema
             |   >> O problema
                 >> A tese (é o que se pretende defender no texto) 


    Vejamos o exemplo:



    >>> O tema é mobilidade urbana: vou colocar uma definição e explicar por que se trata de um problema.

    (veja que já pensei sobre isso quando estava “entendendo o tema”)




    >>> A tese é o que eu pretendo defender, é o objetivo do meu texto. Como estou fazendo uma redação “modelo ENEM”, vou apontar aqui para a solução do problema.

    Atenção:  
    Não vou abordar a proposta de intervenção no primeiro parágrafo do texto, mas vou apontá-la como tese, como objetivo da redação. No final do texto vou desenvolver essa proposta e estabelecer uma ligação clara da conclusão com a introdução.
    A ideia é a seguinte:
    O tema da redação é um problema e meu objetivo é resolvê-lo.
    (objetivo da redação = tese = solução para o problema). 
    Eu proponho uma solução, desenvolvo o texto explicando por que esse problema precisa ser solucionado e, no final, desenvolvo essa proposta e mostro como ela resolveria o problema.

    >>> Voltando à redação sobre mobilidade urbana:

    TESE 
      

     E preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade.


    >>> Vejamos, então, o primeiro parágrafo inteiro:




    >>> Observe que o parágrafo de introdução contém a apresentação do assunto, o problema e a tese.
        


      DESENVOLVIMENTO: (no mínimo dois parágrafos)
      • É importante planejar o desenvolvimento do texto.  Pense na relação entre os argumentos: 

        >> A ideia será somar os argumentos?
        >> A ideia será contrapor argumentos: aspectos negativos e positivos, por exemplo? 
        >> Os argumentos serão as causas e as consequências do problema?


        • A relação entre os argumentos dependerá do tema. Há aqueles que permitem contraposição de ideias, outros não.

           
        Vamos aplicar isso ao exemplo:



        >>> Em relação ao tema “mobilidade urbana”, escolhi somar ideias que defendem minha tese:

        TESE 
          

         E preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade.


        >>> Para selecionar os argumentos, é possível fazer o seguinte raciocínio:
        Eu pretendo defender a tese tal por causa disso (1) e por causa disso (2).
        Disso (1) = argumento 1
        Disso (2) = argumento 2

        >>> Faço, então, o seguinte:
        Pretendo defender a ideia de que é preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade por causa DISSO (1) e por causa DISSO (2).
        DISSO (1) = falta de infraestrutura + excesso de veículos = congestionamentos – atrasos – poluição – problemas de saúde.(argumento 1)
        DISSO (2) = falta de transporte coletivo eficaz. (argumento 2)


        >>> Vamos começar pelo argumento 1: 



        ARGUMENTO 1 = falta de infraestrutura + excesso de veículos = congestionamentos – atrasos – poluição – problemas de saúde.
         
        >> Vou fazer um tópico frasal, isto é, uma frase que sintetiza meu argumento:
        >> Veja que o foco principal do meu argumento é o excesso de veículos. 
        >> Agora, vou desenvolver o tópico frasal e transformar as ideias em um texto coerente e coeso:
        >> Para fechar o parágrafo, vou relacioná-lo à tese, ao que estou defendendo em meu texto:
        Observação: você pode optar por expressões como "dessa forma", "nesse sentido", "assim", "portanto" etc para iniciar a frase que irá relacionar a tese ao argumento.


        >>> Agora vamos desenvolver o argumento 2:


        ARGUMENTO 2 = falta de transporte coletivo eficaz.
        >> Novamente vou fazer um tópico frasal, isto é, uma frase que sintetiza meu argumento:
        >> Veja que o foco principal desse meu argumento é a ineficiência do transporte coletivo.
        >> Agora, vou desenvolver o tópico frasal e transformar as ideias em um texto coerente e coeso:
        >> Para fechar o parágrafo, vamos relacioná-lo à tese, ao que estou defendendo em meu texto:
        Observação: veja que a expressão "portanto" foi usada no início da frase que relaciona a tese a esse segundo argumento.
        >>> É importante relacionar meus argumentos. Veja que eu estou somando ideias, por isso devo inserir uma expressão que explicite essa soma. No segundo parágrafo, posso iniciar o argumento com uma expressão como “além disso”:



           

        CONCLUSÃO: (último parágrafo)
          
        • Volte ao tema/problema. 
        • Apresente uma solução para o problema (proposta de intervenção).
        • Reafirme a tese apresentada na introdução.


        Vejamos o exemplo:
         


        >>> No último parágrafo eu volto ao problema da mobilidade urbana:



        >>> Desenvolvimento da solução para o problema (proposta de intervenção) 


          >>> Reafirmação da tese:




        Vejamos, agora, a redação completa:

          

        tenho que tentar

        O texto dissertativo-argumentativo - modelo ENEM



        Vou deixar, aqui, mais uma pequena dica sobre uma possível estrutura básica (bem simples e pouco criativa) do texto dissertativo-argumentativo – modelo ENEM. Talvez essa dica ajude àqueles que estão com dificuldades para desenvolver um texto de maneira mais clara e objetiva.

        Vale ressaltar que não se trata de uma regra a ser seguida, mas apenas de uma dica que pode ser totalmente ou em partes aproveitada.



         PRIMEIRO PASSO: entenda bem o tema da redação.

        • Faça perguntas relacionadas ao assunto.
        • Faça um “brainstorming”, mas sozinho: coloque seu conhecimento de mundo em ação. 

        • Pense no problema relacionado a esse tema: toda proposta de redação do ENEM terá um problema que precisa ser solucionado. Pense nesse problema, em suas causas e em sua solução. 
          • É interessante responder a perguntas como:
          >> Qual é o problema?
          >> Por que é um problema?
          >> Quais as causas desse problema?
          >> Qual a solução para esse problema?
          >> Por que essa solução deveria ser colocada em prática?
          >> Como essa solução resolveria o problema?

          Vamos usar como exemplo uma redação sobre o seguinte tema:
          MOBILIDADE URBANA



           >>> Comece fazendo perguntas: 

          • O que é mobilidade urbana? 
          • Quando se pensa em mobilidade urbana no Brasil, quais problemas podem ser apontados?
          • Quais as causas desses problemas? 
          • Como fazer para resolver esses problemas?
          • Como essa solução resolveria os problemas?

          É nesse momento que se faz o “brainstorming”
           

          >> O que é mobilidade urbana?
          Vou colocar alguns tópicos que me ajudarão a formar a ideia completa:
          • Infraestrutura das cidades 
          • Meios de transporte
          • Transporte coletivo
          • Deslocamento de pessoas

          >> Quando se pensa em mobilidade urbana no Brasil, quais problemas podem ser apontados?
          A questão da mobilidade urbana no Brasil é um problema. Por quê?
          Em tópicos:
          • Excesso de veículos
          • Congestionamentos
          • Transporte coletivo precário
          • Atrasos
          • Estresse
          • Poluição
          • Acidentes

          >> Quais as causas desse problema?

          Novamente vou colocar alguns tópicos:
          • Falta de planejamento urbano
          • Pouco espaço/incentivo para transporte alternativo, como bicicletas.
          • Pouco investimento em transporte coletivo eficaz.

          >> Como fazer para resolver esse problema?

          Vou listar algumas possibilidades:
          • Investimento em infraestrutura: reestruturação das vias públicas, construção/ampliação de ciclovias.
          • Incentivo ao transporte alternativo, como bicicletas.
          • Investimento em transporte coletivo mais eficaz.

          >> Como essa solução resolveria o problema?

          Transporte coletivo eficaz faz com que o indivíduo possa deixar o carro em casa para se deslocar pela cidade.

          Se houver condições estruturais e segurança para o uso de bicicletas, por exemplo, o incentivo a esse meio de transporte alternativo poderá surtir algum efeito. 


          OBSERVAÇÃO: Quanto mais criativa a solução, maiores as chances de a redação ser bem avaliada. Dessa forma, é importante pensar em uma proposta inovadora, que não seja óbvia demais. Esse é o desafio!



          SEGUNDO PASSO: vamos construir a redação:


          INTRODUÇÃO: (primeiro parágrafo da redação)


          • A introdução deve ter o seguinte:
                       >> Apresentação do tema
                   |   >> O problema
                       >> A tese (é o que se pretende defender no texto) 


          Vejamos o exemplo:



          >>> O tema é mobilidade urbana: vou colocar uma definição e explicar por que se trata de um problema.

          (veja que já pensei sobre isso quando estava “entendendo o tema”)




          >>> A tese é o que eu pretendo defender, é o objetivo do meu texto. Como estou fazendo uma redação “modelo ENEM”, vou apontar aqui para a solução do problema.

          Atenção:  
          Não vou abordar a proposta de intervenção no primeiro parágrafo do texto, mas vou apontá-la como tese, como objetivo da redação. No final do texto vou desenvolver essa proposta e estabelecer uma ligação clara da conclusão com a introdução.
          A ideia é a seguinte:
          O tema da redação é um problema e meu objetivo é resolvê-lo.
          (objetivo da redação = tese = solução para o problema). 
          Eu proponho uma solução, desenvolvo o texto explicando por que esse problema precisa ser solucionado e, no final, desenvolvo essa proposta e mostro como ela resolveria o problema.

          >>> Voltando à redação sobre mobilidade urbana:

          TESE 
            

           E preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade.


          >>> Vejamos, então, o primeiro parágrafo inteiro:




          >>> Observe que o parágrafo de introdução contém a apresentação do assunto, o problema e a tese.
              


            DESENVOLVIMENTO: (no mínimo dois parágrafos)
            • É importante planejar o desenvolvimento do texto.  Pense na relação entre os argumentos: 

              >> A ideia será somar os argumentos?
              >> A ideia será contrapor argumentos: aspectos negativos e positivos, por exemplo? 
              >> Os argumentos serão as causas e as consequências do problema?


              • A relação entre os argumentos dependerá do tema. Há aqueles que permitem contraposição de ideias, outros não.

                 
              Vamos aplicar isso ao exemplo:



              >>> Em relação ao tema “mobilidade urbana”, escolhi somar ideias que defendem minha tese:

              TESE 
                

               E preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade.


              >>> Para selecionar os argumentos, é possível fazer o seguinte raciocínio:
              Eu pretendo defender a tese tal por causa disso (1) e por causa disso (2).
              Disso (1) = argumento 1
              Disso (2) = argumento 2

              >>> Faço, então, o seguinte:
              Pretendo defender a ideia de que é preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade por causa DISSO (1) e por causa DISSO (2).
              DISSO (1) = falta de infraestrutura + excesso de veículos = congestionamentos – atrasos – poluição – problemas de saúde.(argumento 1)
              DISSO (2) = falta de transporte coletivo eficaz. (argumento 2)


              >>> Vamos começar pelo argumento 1: 



              ARGUMENTO 1 = falta de infraestrutura + excesso de veículos = congestionamentos – atrasos – poluição – problemas de saúde.
               
              >> Vou fazer um tópico frasal, isto é, uma frase que sintetiza meu argumento:
              >> Veja que o foco principal do meu argumento é o excesso de veículos. 
              >> Agora, vou desenvolver o tópico frasal e transformar as ideias em um texto coerente e coeso:
              >> Para fechar o parágrafo, vou relacioná-lo à tese, ao que estou defendendo em meu texto:
              Observação: você pode optar por expressões como "dessa forma", "nesse sentido", "assim", "portanto" etc para iniciar a frase que irá relacionar a tese ao argumento.


              >>> Agora vamos desenvolver o argumento 2:


              ARGUMENTO 2 = falta de transporte coletivo eficaz.
              >> Novamente vou fazer um tópico frasal, isto é, uma frase que sintetiza meu argumento:
              >> Veja que o foco principal desse meu argumento é a ineficiência do transporte coletivo.
              >> Agora, vou desenvolver o tópico frasal e transformar as ideias em um texto coerente e coeso:
              >> Para fechar o parágrafo, vamos relacioná-lo à tese, ao que estou defendendo em meu texto:
              Observação: veja que a expressão "portanto" foi usada no início da frase que relaciona a tese a esse segundo argumento.
              >>> É importante relacionar meus argumentos. Veja que eu estou somando ideias, por isso devo inserir uma expressão que explicite essa soma. No segundo parágrafo, posso iniciar o argumento com uma expressão como “além disso”:



                 

              CONCLUSÃO: (último parágrafo)
                
              • Volte ao tema/problema. 
              • Apresente uma solução para o problema (proposta de intervenção).
              • Reafirme a tese apresentada na introdução.


              Vejamos o exemplo:
               


              >>> No último parágrafo eu volto ao problema da mobilidade urbana:



              >>> Desenvolvimento da solução para o problema (proposta de intervenção) 


                >>> Reafirmação da tese:




              Vejamos, agora, a redação completa:

                

              modelos e modelos

              Aproveitamos este espaço para divulgar dois modelos de redação dissertativa

              Modelo de Redação Dissertativa
              Modelo de RedaçãoDissertativa
              Modelo de Redação Dissertativa para você se inspirar na hora de escrever as suas redações. Vale a pena conferir algumas ideias para saber por onde começar.
              Consumismo: felicidade maquiada
              Vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, no qual a dinâmica de informações é intensa e constante. A troca de ideias e mercadorias entre os mais distantes lugares tornou-se ainda mais frequente e rápida após o advento da internet. Dentro desse contexto, há um importante fator que deve ser levado em consideração: a mídia como um mecanismo de manipulação das massas.
              Através de inúmeros meios de comunicação como rádio, televisão, jornais, revistas, outdoors, internet, entre outros, a mídia tem realizado o seu trabalho de convencer as pessoas a consumir. Para isso utiliza-se de algumas artimanhas, como artistas famosos e queridos que incitam o público a comprar os produtos divulgados. O ser humano nasce e cresce vivenciando esse mundo manipulado pela mídia, e acreditando que a felicidade possa ser encontrada quando se adquire determinada marca de roupa, calçado, carro, joia, celular ou qualquer outro produto. Divulga-se constantemente a ideia da felicidade comprada.
              O individuo que nasce nesse ambiente consumista dificilmente aprende valores interiores e subjetivos, como a amizade, o amor ao próximo, o companheirismo, o respeito, a dignidade, a honestidade que o edificam como ser pensante e emotivo. Decorre disso a dificuldade de se preencher o vazio interior, o que é comumente buscado no consumo de bens concretos e superficiais. Não há como afirmar que tais bens são dispensáveis à felicidade, porém estes não estão capacitados a trazer a realização pessoal buscada pelo homem.
              A partir das ideias discutidas, podemos concluir que uma das melhores maneiras de garantir a realização pessoal é combatendo o consumismo incitado pela mídia – uma vez que este proporciona uma felicidade maquiada e momentânea que não caracteriza uma realização pessoal plena e sólida – e educando nossas crianças com base em valores como a solidariedade, o amor e o respeito.
              Autor: Natalia Yumi Yamamoto
              (adaptado do original)
              Gostou desse Modelo de Redação Dissertativa: Então, confere mais um!

              Modelo de Redação Dissertativa

              Segue abaixo, outro modelo de redação dissertativa


              Felicidade à Venda
              Há, ainda, nos dias de hoje, pessoas que acreditam que a felicidade está relacionada às posses materiais. A sociedade atual parece viver um escurecimento progressivo de suas ideias, crenças e valores, numa jornada inversa à da busca da Humanidade pela luz, descrita no mito da caverna de Platão. As pessoas parecem distanciar-se dela cada vez mais, investindo sua energia em conceitos que exigem pouquíssimo esforço intelectual, porém boa capacidade econômica: a valorização da posse em detrimento do valor humano.
              Um artista popular de grande sucesso, em especial entre as camadas mais simples e pobres da população, Odair José, já cantava nos anos 70 (seria mera coincidência ser essa a época dos “milagres econômicos” anunciados de peito estufado pela ditadura militar?): “(…) A felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes (…)”. Três décadas depois do lançamento dessa música, temos o consumo como sinônimo de felicidade, levando-nos a crer que o que existe na verdade são momentos de consumismo. Podemos possuir o último modelo, a tecnologia de ponta e a moda mais atual, mas, assim como a felicidade da música citada, tudo é efêmero. Muito em breve o guarda-roupa estará ultrapassado e a tecnologia defasada. O dinheiro se vai, os objetos se quebram, se acabam, se desgastam, e a falsa felicidade não dura muito mais que as suas representações físicas.
              Porém, ao observarmos a Natureza, aprendemos que a mudança é algo positivo; a adaptação a novas condições é essencial para a continuidade da vida. Facilidades do mundo moderno devem ser aproveitadas, por questão de praticidade, conforto, necessidade, e não como meios ordinários de preencher o espaço da insatisfação pessoal ou da vaidade do ser humano.
              Autor: Aline Regina Canhassi Hernandes
              (adaptado do original)
              Gostou do Modelo de Redação Dissertativa?

              terça-feira, 4 de novembro de 2014

              baraúna em boas mãos

              O hospital de baraúna passou por mais uma prova de fogo hoje, um surto de diarreia na fabrica de cimento foi quem ocasionou esta prova, quando pouco mais de 80 funcionários de uma só veis deram entrada nesta unidade, mas como hoje o hospital detêm de uma equipe altamente profissional tudo correu bem e todos os trabalhadores foram atendidos e medicados sem mais problemas, eita equipe eficiente esta!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  

              redaçao

              A seguir listaremos um breve passo a passo de como escrever corretamente uma redação dissertativa e seus erros e acertos.
              • Introdução
              Em um primeiro momento é necessário se realizar uma introdução, esta que deverá ser de forma esteticamente correta, deixando claro ao que o assunto informado será tratado e de qual forma será abordado por quem escreve, é necessário esboçar primeiramente todo o ponto de vista que será abordado de forma sucinta e sem entrar em detalhes no tema abordado, passando assim para o desenvolvimento do assunto.
              • Desenvolvimento
              Em um segundo momento deverá ser abordado o tema principal do contexto, o desenvolvimento do assunto, este que deverá prender a maior parte da atenção do texto, sempre se especificando ás informações em detalhes, utilizando de frases curtas e de impacto, mostrando seu ponto de vista, os prós e contras do tema abordado e dando sempre vazão para que o leitor reflita sobre o que está sendo escrito, sempre deixando claras ás informações passadas e atrelando o assunto á forma de abordagem utilizada no texto, para que exista uma coesão entre um parágrafo e outro, no desenvolvimento é interessante que se mantenha no máximo dois parágrafos.
              • Conclusão
              A conclusão é uma das partes mais traiçoeiras existente em um texto, ela pode tanto beneficiar o que é escrito assim como também acabar com o seu texto, é necessário muito cuidado neste item, já que o que foi escrito deverá ser esclarecido e todos os pontos de vistas concluídos nesta reta final, caso isto não ocorra o texto ficará confuso, e não será compreendido pelo leitor, além de não passar credibilidade e vontade do leitor refletir sobre o assunto tratado de forma especial no texto que foi realizado com tanto cuidado. Estas são algumas das regras e passo a passo para a realização de uma boa redação.

              E então, gostou das dicas para escrever uma redação dissertativa?

              sábado, 1 de novembro de 2014

              E GENTE DEMAIS

              Qual é o máximo de habitantes que a Terra suporta?

              Muita gente já tentou fazer essa conta, mas ainda não há resposta definitiva. Desde que o pioneiro Anton von Leeuwenhoek previu, em 1679, que nosso planeta poderia acolher 13,4 bilhões de pessoas, as estimativas variaram entre 1 bilhão e 1 trilhão de pessoas! "Entretanto, dois terços das previsões situam-se entre 4 e 16 bilhões de habitantes. Parece um intervalo confiável para se estabelecer um limite, considerando que o globo comporta diferentes padrões de ocupação", afirma o geógrafo Álvaro Luiz Heidrich, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O fato é que a população da Terra cresceu mais de 40 vezes desde o início da era cristã. No ano 1, estima-se que havia cerca de 150 milhões de pessoas no planeta. Esse número dobrou em 1350, quadruplicou em 1700 e chegou ao primeiro bilhão em 1804.
              O grande salto aconteceu no século 20, quando a urbanização e os avanços na medicina fizeram a população saltar de 1,6 bilhão para 6,2 bilhões de pessoas. "E isso levando em conta as grandes epidemias e as guerras, que são os mais importantes fatores capazes de estancar o aumento da população", diz Álvaro. No século 20, o crescimento só diminuiu nas quatro últimas décadas, com a queda na taxa de nascimentos - desde 1965, a média de filhos por mulher caiu de 4,9 para 2,7. Mesmo assim, a cada ano o mundo recebe 77 milhões de pessoas a mais, 97% delas em países subdesenvolvidos. O total de habitantes que ainda cabem no planeta depende de uma combinação de fatores limitantes: a quantidade de alimento que o homem pode produzir, o padrão de vida que a humanidade pode alcançar e uma preservação do meio-ambiente que possa garantir a vida na Terra. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o mais provável é que em 2050 tenhamos 9,3 bilhões de pessoas no planeta.
              Gente demais, gente de menos Planeta tem regiões com formigueiros humanos e áreas quase desabitadas ENTRADA VIGIADA
              A cada ano, 1 milhão de imigrantes aporta nos Estados Unidos. Na teoria, o país suporta até mais, porque é desenvolvido e possui apenas 29 habitantes por km2. Mas a ameaça de terrorismo e a constante tensão entre imigrantes e nativos fazem das fronteiras americanas as mais vigiadas do planeta
              DILEMA BRASILEIRO
              Com 17 habitantes por km2, o Brasil é candidato a receber mais gente, especialmente no Norte. Mas há dois obstáculos: a desigualdade social e o risco ambiental. O país tem 27% das possíveis terras agricultáveis do mundo, mas se elas forem ocupadas, será o fim da Amazônia
              OCUPAÇÃO INVIÁVEL
              Áreas polares, desertos e montanhas íngremes ocupam um terço da Terra, mas são quase inabitáveis. Nas áreas geladas, os gastos com energia impedem a ocupação. A Antártida, com 8,9% das terras emersas do planeta, só tem 4 mil habitantes
              ENCOLHIMENTO EUROPEU
              Com baixas taxas de natalidade, a população européia envelhece e até 2050 deve perder 124 milhões de pessoas. O continente é um dos mais povoados do mundo (Bélgica e Holanda têm mais de 300 habitantes por km2), mas ainda pode receber imigrantes na parte ocidental, mais desenvolvida
              MONTANHA HUMANA
              O Sudeste Asiático e a Ásia oriental compõem o chamado "formigueiro humano". Somadas, as populações de China, Índia, Indonésia, Bangladesh e Paquistão ocupam apenas 11% das terras emersas do planeta, mas respondem por mais de 40% da humanidade. Quase a metade dos novos habitantes do mundo nasce nessa região
              SUPERPOPULAÇÃO à VISTA
              O norte da África concentra a maior parte das 125 milhões de pessoas do mundo todo que a cada ano migram para outros países. Na chamada África Negra, abaixo do deserto do Saara, o problema é a alta natalidade. Mesmo com a epidemia de AIDS, que ceifou 15 anos da expectativa de vida nas últimas duas décadas, o continente deve ganhar mais 1,2 bilhão de pessoas até 2050
              PORTAS FECHADAS
              Sabendo que a Austrália tem só 2,4 pessoas para cada km2, dá para imaginar que lá seria um bom lugar para encaixar mais gente. Não é bem assim: nove em cada dez habitantes vivem nas cidades da costa leste porque 66% do território do país é desértico. A Austrália tem 5 milhões de estrangeiros (25% da população), mas limitou o número de imigrantes por causa da crise econômica
              Limite não é só espaço Fome e devastação ambiental também barram o crescimento da população COMIDA MAL DISTRIBUÍDA
              Em 1798, o economista inglês Thomas Malthus previu que o crescimento populacional seria limitado pela baixa produção de alimentos. Por enquanto, errou: pelos cálculos da ONU, já há comida para 12 bilhões de pessoas. Mesmo assim, 830 milhões passam fome (95% em países subdesenvolvidos), vítimas da desigualdade, da fraca produção em algumas áreas e da má distribuição de alimentos
              APAGÃO MUNDIAL
              A quantidade de riquezas produzidas no planeta aumentou oito vezes nos últimos 50 anos. Mas, como o bolo fica concentrado nos países com alto poder de consumo, o resto do mundo sai perdendo. Se a humanidade gastasse energia como os americanos, por exemplo, a Terra não suportaria mais do que 1,2 bilhão de pessoas. Se o padrão energético fosse o chinês, o planeta poderia acolher quase 10 vezes mais habitantes
              POLUIÇÃO MORTAL
              Ninguém duvida que a degradação ambiental pode impedir o crescimento da população e a própria vida na Terra. Alguns exemplos: desde o século 18, a concentração de gás carbônico na atmosfera aumentou em 30%. A cada ano, 200 mil km2 de terrenos agricultáveis tornam-se imprestáveis e 120 mil km2 de florestas desaparecem. Os efeitos dessas agressões no futuro do planeta são imprevisíveis

              ETA MUNDÃO LINDO

              Quantos países existem atualmente?

              por Marina Motomura | Edição 39
              mundi
              Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem 191 países. Mas há algumas ausências nessa lista. As duas mais famosas são Taiwan, cuja independência não é reconhecida pela China, e o Vaticano, que, apesar de ficar de fora do cadastro da ONU, é "observador permanente" da entidade, status que dá direito a voto nas conferências. Além desses dois, a ONU não contabiliza possessões e territórios. A Groenlândia, por exemplo, fica de fora porque é território da Dinamarca. Para ganhar a carteirinha de sócio, o país deve ter fronteiras definidas, sustentação econômica - uma moeda ajuda bastante - e soberania nacional. E ainda deve ser reconhecido pelos outros integrantes do clube. Mas a lista da ONU não é a única. Algumas associações esportivas também têm as suas. É o caso do Comitê Olímpico Internacional, com 202 membros, e da Fifa, que tem 205. Territórios como Aruba e Ilhas Cayman, não reconhecidos pela ONU porque pertencem, respectivamente, à Holanda e à Inglaterra, integram as duas entidades. Se você acha e tem muito país pra pouco mundo, saiba que isso é uma coisa relativamente nova: no início do século 20, havia apenas 57 nações. "Após a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), o fim dos impérios austro-húngaro, na Europa, e turco-otomano, no Oriente Médio, fez com que surgissem novos países, como a Áustria e o Iraque", diz a historiadora Maria Aparecida de Aquino, da USP. Décadas depois, a independência de ex-colônias da Ásia e da África dividiu mais o mapa. Nessa época surgiram Índia e Paquistão (1947) e Moçambique (1975), entre outros países. Na década de 1990, com o fim da União Soviética, o mundo ganhou outra leva de nações, como a Ucrânia e o Uzbequistão. E novas divisões ainda são traçadas em zonas de conflito. A Caxemira, na fronteira entre Índia e Paquistão, e a Chechênia, na Rússia, reivindicam a independência na ponta da baioneta. Entre os membros da ONU, escolhemos 12 para mostrar os extremos do globo: o país mais rico, o mais pobre, o mais antigo e o mais novo, entre outras categorias que você confere ao lado.
              Mundo muito estranho Nos quatro cantos do planeta, selecionamos nações recordistas em 12 categorias O MAIS RICO - Luxemburgo
              Os afortunados habitantes fazem jus à herança aristocrática do país, cujo nome oficial é Grão-Ducado de Luxemburgo. A renda anual per capita dos luxemburgueses é de 43 940 dólares, segundo dados da ONU de 2003
              O MAIS QUENTE - Líbia
              Ao lado do Egito e com parte do seu território coberto por desertos (do Saara e da Líbia), esse país já registrou a temperatura mais alta do mundo: 58 ºC, em setembro de 1992, na cidade de El Azizia
              O QUE MAIS MUDOU DE NOME - Congo
              Na declaração de independência, em 1960, o nome era República do Congo. Em 1971, passou a se chamar Zaire. Em 1997, mudou para o nome atual. Antes da independência, a colônia francesa teve outros dois nomes: Estado Independente do Congo e Congo Belga
              COM MAIOR POPULAÇÃO FEMININA - Letônia
              Se você quer descolar uma companhia do sexo frágil, experimente passar as próximas férias nesse país, que tem 1,2 milhão de mulheres e 1 milhão de homens — uma relação de 1,2 para 1
              COM MAIS JOVENS - Iêmen
              Nesse pequeno país do Oriente Médio, metade da população tem até 15 anos de idade. Essa também é a média de idade do país, que tem mais de 7,3 milhões de crianças e adolescentes
              O MAIS POBRE - Etiópia
              A Etiópia está na lanterna quando o assunto é riqueza. A renda anual per capita é de apenas 90 dólares, quase 500 vezes menor que a de Luxemburgo. Só para comparar, cada brasileiro ganha, em média, 3 330 dólares por ano
              COM MAIOR POPULAÇÃO MASCULINA - Emirados Árabes Unidos
              As 804 mil mulheres dos Emirados Árabes podem escolher entre 1,6 milhão de homens do país. A proporção de 2 homens por mulher é a mais alta do mundo
              O MAIS FRIO - Rússia
              A cidade de Oymyakon, na Sibéria, é forte candidata a sorveteria humana. Lá, os termômetros costumam bater em -50 ºC durante o inverno. Oymyakon só perde para a Antártida, que já marcou -89,2 ºC, mas não é um país
              O MENOS POVOADO - Mongólia
              Se você percorrer uma área de um quilômetro quadrado na Mongólia, com sorte encontrará duas pessoas. No país, a densidade demográfica é de apenas 1,5 habitante por km2. Ninguém tem problemas com os vizinhos por lá!
              COM MAIS IDOSOS - Japão
              A população japonesa tem, em média, 41 anos — 15 a mais que a média mundial, de 26 anos. Quase 30 milhões de japoneses têm mais de 60 anos. E a expectativa de vida feminina chega aos 85,2 anos
              O MAIS ANTIGO - China
              O país já era unido em 221 a.C. Mas bem antes disso, em 1500 a.C., já havia instituições políticas por lá. O Iraque e o Egito, apesar da trajetória recente como nações independentes, também têm histórias que remontam a 3000 a.C.
              O MAIS POVOADO - Cingapura
              Todo mundo sabe que a China é o país mais populoso do mundo, com mais de 1,2 bilhão de habitantes. Mas o mais povoado, com mais gente espremida no território, é Cingapura, com 6 107 seres humanos por km²
              O MAIS RECENTE - Timor Leste
              Em 1999, após uma guerra civil cruenta, um plebiscito bancado pela ONU deu aos timorenses a tão sonhada independência, reconhecida oficialmente em 2002. O país havia sido anexado pela Indonésia em 1975
              Consultoria: Virene Roxo Matesco, economista da Fundação Getúlio Vargas